À descoberta de Vila Viçosa e do Convento das Chagas de Cristo

Pernoitar junto ao Palácio de Vila Viçosa, degustar um borrego assado no forno à alentejana e o Manjar das Chagas, no antigo refeitório do Convento e atual restaurante da Pousada de Vila Viçosa, de D João IV.

Palácio de Vila Viçosa e Paço Ducal
Palácio de Vila Viçosa e Paço Ducal

Convento das Chagas de Cristo

O Convento foi fundado em 1514 pelo IV Duque de Bragança, D. Jaime, que então residia no Paço Ducal de Vila Viçosa.

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Castelo de Neuschwanstein de Luis II, Baviera

Visita ao Castelo de Neuschwanstein de Luis II da Baviera, os contos de fadas, a Cinderela e o Palácio da Pena em Sintra!

Castelo de Neuschwanstein, Luis II, Baviera
Castelo de Neuschwanstein, Luis II, Baviera

A ideia do Castelo

Uma visita ao Castelo de Neuschwanstein vale não só pelo encanto da área envolvente de exuberante floresta, no sopé dos Alpes, mas também pelo ambiente de encantamento que nos sugere a sua arquitetura.

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Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, um marco do conhecimento

Visitar a Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra é saber reconhecer que aqui estão concentrados muitos saberes e conhecimento à época de D. João V, o Magnânimo. O Index e os livros proibidos pela Igreja.

Palácio Nacional de Mafra. Rei D João V e a Batalha do Cabo Matapão_(1717) Domenico Duprà_(MNAA)
D. João V e a Batalha do Cabo Matapão (1717) Domenico Duprà_(MNAA)

Visitar o Palácio e a sua Biblioteca transporta-nos à época do seu mentor, o Rei D João V  o Magnânimo.

O Rei D João V, cognominado o Magnânimo é, muitas vezes, identificado como o Rei que gastou a riqueza que tinha a sua origem no ouro do Brasil. Como acontece, frequentemente, é-se pecador por fazer e por não fazer. Na verdade, nesse tempo, houve um grande dispêndio de riqueza e, enquanto uns dizem ter sido em gastos supérfluos, outros dizem que foi um investimento. Certo é que o contexto em que se vivia em Portugal é o da saída, em 1640, do domínio dos Filipes de Espanha, da Guerra da Sucessão Espanhola que envolveu vários Estados e que terminou em 1711 e da paz com Espanha, só assinada em 1715.

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Parque e Palácio de Monserrate, Sintra

Parque e Palácio de Monserrate em Sintra, uma visita plena de romantismo. Sir Francis Cook e os jardins dos cinco continentes contam histórias. Deslumbrante!

A Capela de Monserrate

Diz a lenda de Monserrate que um moçárabe morreu a combater um árabe, provavelmente o Alcaide, senhor dessas terras. Nesse local seria sepultado e erguido um pequeno Santuário que o tempo fez ruir.

E, para relembrar esta memória lendária, foi erguida pelo Padre Gaspar Preto, em 1540, uma Capela a Nossa Senhora de Monserrate.

Em 1718 D. Caetano de Melo e Castro, Vice-Rei da India, adquire essas terras, as quais irão ser mantidas por caseiros, já que o Vice-Rei e família estão em Goa.

Na sequência do terramoto de 1755 as casas ficam muito afetadas, tornando-as praticamente inabitáveis e ficando, assim, esta propriedade ao abandono.

Em 1790 a neta de D. Caetano que ainda vivia em Goa, alugou a propriedade de Monserrate a Gérard DeVisme, um inglês negociante de madeira. Embora este não fosse seu dono, nela constrói um castelo do tipo medieval.

Palácio de Monserrate
Palácio de Monserrate

O Castelo Medieval de Monserrate

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Nazaré, terra de ondas gigantes: de D. Fuas Roupinho a Garret Mc Namara

A história da Imagem da Nossa Senhora da Nazaré, a lenda da Nazaré e o milagre que salvou D. Fuas Roupinho, passando pelo surf dos anos do “peace and love” até às ondas gigantes do canhão da Nazaré e o record da maior onda surfada do mundo. Tudo se conta com imagens e videos empolgantes.

D. Fuas Roupinho não surfava ondas gigantes, mas é uma notável figura da Nazaré.

Dom Fuas, foi um dos fiéis companheiros de D. Afonso Henriques, possivelmente um dos  Cavaleiros da Ordem dos Templários, que viria a ser extinta em 1312.

Foi o primeiro Almirante da Armada Portuguesa e ficou para a História por ter estado envolvido num célebre acontecimento, em tempos idos, registado como a “Lenda da Nazaré”.

Reza a “Lenda da Nazaré” que, ao raiar do dia 14 de setembro de 1182, D. Fuas Roupinho, Alcaide do Castelo de Porto de Mós, fazia a sua caçada perto da orla marítima. Nessa manhã, o nevoeiro era denso e no afã da perseguição a um veado, D. Fuas não se terá apercebido da proximidade da falésia, que tão bem conhecia.

Sítio da Nazaré, A Falésia, DGPC/SIPA foto 00915232, Paula Noé, 2012.
Sítio da Nazaré, A Falésia, DGPC/SIPA foto 00915232, Paula Noé, 2012.

E, quando deu conta que estava à beira do abismo, perto da gruta onde se venerava a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, sentiu a sua hora chegar e, in extremis, gritou:

“Senhora, Valei-me!”

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